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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

QUANDO VOCÊ QUER MAIS TEMPO E A VIDA DIZ: "DESCANSE!"

Tirei três dias de "férias" para colocar as coisas em ordem.  

          Depois de uma quarta-feira produtiva acordo, na quinta, com o olho direito inchado. Me lembro então do dia em que o Enzo foi picado por um pernilongo e uso, várias vezes, a pomada comprada na volta de nosso passeio ao Guaraú.
          À noite, o olho não estava melhor e decido ir ao pronto socorro: "Doutora, acordei com o olho inchado. Estou aplicando esta...
pomada, tomo sinvastatina e também este remédio."
          - Para que você toma isto?

          - É vitamina A. Por conta de uns cistos que apareceram (isotretinoína).
          - Eu acho que é uma picada.
          Um frio subiu pela espinha, passou pelo olho inchado e desceu até a boca do estômago. "A senhora acha?" Me aproximei. "Está vendo alguma picada?"
          - Estou, sim. Olha, demora pra sarar. Você toma esta injeção.
          Bom, se a picada existe, picada é. Decadron na veia e amanhã estou desinchada. 

          Sexta-feira acordo com os dois olhos sumidos: o  direito não abria e o inchaço ganhou espaço. Demora pra sarar, né? Preciso ter um pouco de paciência.
          Paciência eu tenho e fui gastando. Quando chegou a tarde e nenhum sinal de melhora apareceu, rumei para o pronto socorro outra vez. Agora, amargo uma fila de três horas.

          - Ah, você não tem picada nenhuma aí, mas uma baita conjuntivite.
          Faz sentido. Tudo inchado, contaminou os dois olhos... e talvez eu tenha contaminado todos que esperavam comigo. Triagem tem uma lógica que é uma beleza.
          Na farmácia, comprei dois frascos de colírio, por garantia, uma vez que antibiótico tem a receita retida. Não ia encarar outra fila.

          O resto da sexta e o sábado inteiro pingando gotinhas (de 6 em 6 horas), lavando toalhas, separando tudo o que é meu ou o que eu uso, lavando as mãos como uma neurótica. 
          Sophia, minha netinha, fez três anos, comemorados em um bufê em São Paulo, no domingo. 
          Se não faltei, também não toquei em ninguém - e em quase nada - , mantive os olhos, então também roxos, velados com óculos escuros, e levei à festa a mania do lavar as mãos compulsivamente. Festa de criança e conjuntivite não combinam, definitivamente.

          O tempo passou e nenhuma melhora. Após os "parabéns" fomos ao Cema, na Moóca, hospital especializado em olhos, ouvidos, nariz, garganta e só. 
          Outra espera, não tão amarga, e o diagnóstico, depois de exame minucioso: você não tem conjuntivite, com certeza, mas deve procurar um pronto socorro com dermatologista, o mais rápido que puder.
          Onde diabos encontro o "pronto socorro com dermatologista" em uma noite de domingo? Talvez um Sírio Libanês ou um Albert Einstein. Impossível!
          A solução é resolver o problema na segunda-feira, com a dermatologista que me acompanha. Por via das dúvidas, não tomei o remédio.

          Durante o chá de cadeira ligo, avisando que devo me atrasar. Depois de contar a história, muito resumidamente - quinta, picada; sexta, conjuntivite; injeção, pomada, pomada e pronto socorro com dermatologista -, a médica recomenda parar tudo. Não tomar mais nada, não passar mais nada, só óleo, hidratante de bebê e uma pomada - outra receita  pra coleção.


GOSTOU? NÃO GOSTOU? COMENTE. SEMPRE É POSSÍVEL MELHORAR

          Hoje é quarta-feira e o inchaço passou. Não sei se posso dizer que perdi três dias ou ganhei três dias, pois sempre é possível tirar algum proveito de qualquer situação.
          De tudo ficaram lições, dessas que marcam, para a gente aprender mesmo. Não sei se as conclusões são as melhores, mas é possível dizer que:
1. Médico de pronto socorro pode não socorrer coisa nenhuma. Se surgir uma ponta de dúvida, o melhor é procurar uma segunda - ou terceira - opinião, antes de seguir "achismos". 
2. Médico que examina de "bater o olho" não examina;
3. Se tiver algum problema de saúde enquanto tomar um medicamento muito forte, que precisa de exames e acompanhamento, o melhor é interromper o tratamento e verificar o que causou o sintoma.
4. Por fim, o mais importante: quando estiver ansiosa para fazer mil coisas, quando quiser que o tempo renda mais, porque os dias são curtos para tantos planos que se sobrepõem, pode ser que a vida diga "Calma, espere um pouco. Tenha paciência!" e nos force a ter o descanso que o corpo - corpo, mente, alma, coração - pede.
          Os três dias acabaram, fiz apenas uma fração do que queria - jardim, casa, miniaturas, terrários, blog, estudos - e estou mais tranquila do que antes de tirar minhas pequenas "férias".
          Haverá tempo para tudo, até para postar. A internet caiu, vou me alongar.

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e os mais, na coluna ao lado. Esteja à vontade para perguntar, comentar ou criticar.
Um abraço!
Thanks for the comment. Feel free to comment, ask questions or criticize. A great day and a great week! 

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches
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DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.

DÊ UMA CHANCE PARA SEUS SONHOS. DA CIDADE GRANDE PARA A CASA NA PRAIA, COM UM GRAAAAAANDE TERRENO.
Ser feliz é uma opção e você é livre para viver a vida. Escolha seu sonho. Vale a pena.

QUEM SOU EU

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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